sexta-feira, 3 de abril de 2009



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CONSULTÓRIO
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É este o site que tem de escrever para encontrar este blog:
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ATENÇÃO: SE QUISER FAZER AS SUAS PERGUNTAS EM COMENTÁRIOS, PODEM FAZÊ-LO:
CLIQUE NO FIM DO BLOG EM COMMENTS (comentários) E ESCREVA A SUA PERGUNTA E AS SUAS REPOSTAS.
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ÍNDICE
POR ORDEM ALFABÉTICA

●A → AAAAA ●●●●●● ALQUILADORalquilador ●●●●●● ANÁLISEanálise ●B → BBBBB ●●●●●● ●C → CCCCC ●●●●●● CORRECTORcorrector ●●●●●● ●D → DDDDD ●●●●●● ●E → EEEEE ●●●●●● ●F → FFFFF FUTUROfuturo ●G → GGGGG ●●●●●● ●H → HHHHH ●●●●●● ●I → IIIII ●●●●●● ●J → JJJJJ ●●●●●● ●K → KKKKK ●●●●●● ●L → LLLLL ●●●●●● LUSÍADASlusíadas ●●●●●● ●M→ MMMMM ●●●●●● ●N → NNNNN ●●●●●● ● O → OOOOO ●●●●●● ●P → PPPPP ●●●●●● ●Q → QQQQQ ●●●●●●●R → RRRRR ●●●●●● ●S → SSSSS ●●●●●● ●T → TTTTT ●●●●● TÃOtão ●●●●●● ●U → UUUUU ●●●●●● ●V → VVVVV ●●●●●● ●W → WWWWW ●●●●●● ●X → XXXXX ●●●●●● ●Y → YYYYY ●●●●●● ●Z → ZZZZZ

... ...

FIGURAS - CLICAR PARA AUMENTAR


AAAAA



ALQUILADORalquilador
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ALQUILADOR
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● …

P - O que é um alquilador?

R - Alquilador é aquele que aluga bestas, prática

comum quando o comboio, o automóvel e o avião

estavam ainda longe de ser realidade.

“… Andando e conversando, chegaram à estrebaria

de um alquilador, na porta do Corpo Santo. O padre

alugou uma mula, subiu para o albardão, Vou a S.

Sebastião da Pedreira ver a minha máquina, queres

tu vir comigo, a mula pode com os dois, Irei, mas a pé,

que é o caminho da infantaria. És um homem natural,

nem cascos de mula nem asa de passarola, É assim

que se chama a sua máquina, perguntou Baltasar, e o

padre respondeu, Assim lhe têm chamado por desprezo.”

[José Saramago, “Memorial do Convento”.]


SIGNIFICADOS
ABC…

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ALBARDÃOalbardão
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ALBARDÃO
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● Albarda grande; albarda para montar


ANÁLISEanálise
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ANÁLISE DO CANTO IX
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● O canto IX é quase todo ele uma longa alegoria; alegoria cujo significado é a posse do oceano pelos Portugueses, simbolizado pelo conúbio genesíaco e fecundo dos navegantes com as ninfas do mar.
Se considerarmos que pela portentosa acção marítima dos portugueses, o seu destino histórico ficou ligado ao bem geral da Humanidade, então o símbolo excede o próprio quadro da história pátria, significando a importância que essa acção representou na civilização mundial. Além disso, é o poeta que no-lo afirma, ele exprime ainda o bem merecido prémio que a glória oferece àqueles cujo triunfo foi alcançado através dos mais inauditos esforços e prodigiosos trabalhos.


ESTREBARIAEstrebaria
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ESTREBARIA
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● Cavalariça; curral.


PASSAROLApassarola
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PASSAROLA
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● Passarola – O padre de que aqui se fala é o Padre português

Bartolomeu Lourenço de Gusmão, um dos precursores

das máquinas de voar com a conhecida «Passarola».

Como se sabe fez um ensaio de voo do Castelo de

S. Jorge em Presença da corte e de muito povo.




ARCO-ÍRISarco-íris
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ARCO-ÍRIS
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● [Pergunta] Gostaria de saber o plural de arco-íris.

[Resposta] O plural de arco-íris, é arcos-íris.


BBBBB



CCCCC



CORRECTORcorrector
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CORRECTORcorrector ORTOGRÁFICO online
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● CORRECTORcorrector ORTOGRÁFICO online - http://www.flip.pt/tabid/294/Default.aspx


DDDDD



EEEEE



FFFFF



FLIPflip
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FLIP
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http://www.flip.pt/tabid/29/Default.aspx


GGGGG



HHHHH



IIIII



JJJJJ



KKKKK



LLLLL



LUSÍADASlusíadas
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OS LUSÍADAS DE LUÍS DE CAMÕES:
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● 1. Os Planos d'Os LusÍadas
2. Estrutura d'Os LusÍadas
3. EPISÓDIOS
4. ContextualizaÇÃo CamÕes
5. CamÕes_a Vida - Imagens
http://www.scribd.com/people/documents/553703/folder/63974



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D. AFONSO HENRIQUES N' "LUSÍADAS"
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● OS LUSÍADAS de LUÍS DE CAMÕES - CANTOIII, ESTÂNCIA 84

PERGUNTA – Dada a beleza que as minhas reminiscências evocam da estância d’ “Os Lusíadas” de Luís de Camões que descreve a saudade que a morte do nosso primeiro rei D. Afonso Henriques deixou no povo português, gostaria que ma transcrevessem e ilustrassem o melhor possível.

JP

A estância é a 84 do Canto III.

Ei-la:

Os altos promontórios o choraram,
E dos rios as águas saudosas
Os semeados campos alagaram,
Com lágrimas correndo piadosas
Mas tanto pelo mundo se alargaram;
Com fama, suas obras valerosas,
Que sempre no seu Reino chamarão:
«Afonso! Afonso!» os ecos; mas em vão.

NOTAS:
1) Os altos promontórios o choraram; e dos rios as águas saudosas – Temos aqui figuras a que damos o nome de prosopopeia (personalização), anima os objectos insensíveis, pois põe os promontórios a chorar, querendo significar uma pena imensa de todo um povo pelo grande Afonso.
2) Piadosas, 4ª. Linha em itálico, por piedosas, evolução actual da palavra.
3) Valerosas, 6ª.linha em itálico, por valorosas: o mesmo reparo de 2).




MMMMM



MIL-FOLHASmil-folhas
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MIL-FOLHAS
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● [Pergunta] Gostaria de saber o plural de mil-folhas.

[Resposta] O plural de mil-folhas é, de acordo com a MorDebe, mil-folhas: igual ao singular. Mil-folhas, em culinária, é «bolo de forma quadrangular composto por duas capas de massa folhada e recheado com um creme consistente à base de claras e gelatina»; em botânica, é o mesmo que milefólio, ou seja, «planta de raiz, da família das Compostas, espontânea, subespontânea e cultivada em Portugal, também conhecida por mil-em-rama, mil-folhas, milfolhada, aquileia, etc.» [Dicionário da Língua Portuguesa 2008, da Porto Editora]

NNNNN



OOOOO



PPPPP



QQQQQ



RRRRR



SSSSS



SAIUsaiu
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SAIU ou SAÍU?
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● …

PERGUNTA – Qual destas palavras é a correcta:

saíu ou saiu?

AM

RESPOSTA – é a segunda:

saiu:

Não me vai contar que continua a gostar dele, pois não?
Não me vai dizer que ao fim de 100 anos não lhe saiu da cabeça?
António Lobo Antunes,

“Auto dos Danados”
:::

Eis a seguir o

Pretérito Perfeito do indicativo:

eu saí
tu saíste
ele saiu
nós saímos
vós saístes
eles saíram


TTTTT



TÃOtão
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TÃO vs TANTO
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● PERGUNTA:
TÃO e TANTO:
Quando se usa essas duas palavras? Qual é a differença?

BP

...
Tão aplica-se a um adjectivo ou advérbio:

tão rápido!
tão bom!
tão depressa!

Tanto aplica-se directamente a um nome ou verbo:

Tanto avião!
Comi tanto que não me conseguia levantar.

TÃO – Advérbio – I. Indica grau, extensão ou intensidade idêntica, relativamente a outro ou outros e usa – se antes de adjectivo ou advérbio e em correlação com a conjunção como ou o advérbio quanto: 1. Para formar o grau comparativo de igualdade: É tão alto como /quanto o irmão. Para ele a realização afectiva é tão importante como /quanto a realização profissional. 2. Para formar o grau comparativo de igualdade entre duas qualidades ou estados do mesmo sujeito: É tão bonito como /quanto simpático.
II. Indica intensidade, qualidade ou grau superior. 1. Usa – se antes de adjectivo ou de advérbio e em correlação com uma frase consecutiva iniciada pela conjunção que: Chegou – se tão perto das chamas que se queimou; ficou tão contente com o trabalho da secretária que resolveu dar – lhe um aumento. 2. Usa – se antes de adjectivo ou advérbio: Era tudo tão perfeito! Estava tão desiludia; tão cedo não voltaria a acreditar nas suas mentiras.

1.TANTO – Indefinido - I. Em posição pré – nominal com função determinante: 1. Indica grande quantidade ou número: Nunca vira tanta gente; não é fácil vender uma casa com tantas assoalhadas; foi difícil encontrar uma pessoa que satisfizesse tantos requisitos. 2. Indica grau elevado quando combinado com substantivos abstractos e apresenta valor adjectival = tal, tamanho: Não tinham previsto tanto frio. Tanta adversidade deixou – o preocupado 3. Indica grande quantidade ou número e introduz uma frase consecutiva iniciada pela conjunção que: Falou com tanta convicção que era difícil não lhe dar razão; encontrou tantos obstáculos que desistiu. 4. Usa – se para introduzir frases comparativas em correlação com a conjunção como: Não suscitou tanta contestação como seria de esperar. 5. Indica, quando combinado com numerais cardinais, aproximação numérica = tal: O artigo tinha vinte e tantas páginas; um homem de cinquenta e tantos anos.
II. Em posição nominal com função de pronome. 1. Indica grande quantidade ou número: Não conseguiu encontrar a informação que procurava em nenhum artigo da especialidade e, no entanto, já consultara tantos. 2. Indica grau elevado quando se refere a substantivos abstractos: Gostava de calor mas não de tanto. 3. Indica grande quantidade ou número e pode correlacionar – se com uma frase consecutiva: Procurava um livro sobre as abelhas, mostraram – lhe tantos que não soube qual escolher. 4. Serve para introduzir frases comparativas em correlação com a conjunção como: As dificuldades não eram tantas como pareciam. 5. Indica aproximação numérica quando coordenado com numerais cardinais = tal: Era difícil dizer ao certo a idade do feitor, teria talvez uns setenta e tantos. LOCUÇÃO ADVERBIAL – A páginas tantas = a certa altura, em dado momento: A páginas tantas resolveu pôr tudo em pratos limpos; LOCUÇÃO ADVERBIAL – Às tantas = 1. Muito tarde: Chegou às tantas. 2. Se calhar: Às tantas ele tem razão. LOCUÇÃO CNJUNCIONAL - tanto quanto – serve para ligar frases por subordinação e indica consonância, conformidade, usando –se de verbo no modo indicativo = segundo: Tanto quanto sabia a situação tendia a piorar; LOCUÇÃO PRONOMINAL RELATIVA – tanto quanto = todas as coisas que (usa – se para introduzir uma frase subordinada relativa): Fazia tanto quanto era possível fazer.

2.TANTO – Advérbio – I. Indica grau, extensão ou intensidade idêntica relativamente a outro ou outros e usa – se em correlação com a conjunção como ou o advérbio quanto: 1. Antes do verbo para formar o grau comparativo de igualdade: Come tanto como/quanto um adulto. 2. Antes ou depois de verbo, para formar o grau comparativo de igualdade entre duas acções, processos ou estados: Tanto ri como chora; ri tanto como /quanto chora; Tanto se chateia como fica bem disposto; Tanto gosta de ouvir música como de ler um livro.
II. Indica grau, intensidade ou quantidade superior: 1. Usa – se antes ou depois de verbo e em correlação com uma frase consecutiva iniciada pela conjunção que sendo parafraseável por «a tal ponto», «de tal forma», «de tal maneira»: Comeu tanto que ficou doente; tanto gostou que repetiu; 2. Usa – se antes de verbo sendo parafraseável por «com tal intensidade», «em tal quantidade»: Lutou tanto para conseguir o que queria, mas não foi bem sucedida; desejava tanto serfeliz!; LOCUÇÃO CONJUNCIONAL – tanto … como = não somente ... como também: Tanto a mãe como o pai lhe davam apoio; LOCUÇAOCONJUNCIONAL – tanto mais que – usa – se para acrescentar uma razão, um motivo que confirma o que se disse anteriormente:
Estou convencida de que ficou chateado tanto mais que ainda não dirigiu a palavra a ninguém; tanto (me, te, lhe) faz, marca a diferença do locutor; tanto (me, te, lhe) importa = tanto faz: dormir do lado de cá ou do lao de lá, tanto importa; LOCUÇÃO ADVERBIAL – tanto melhor – exclamação usada enfaticamente para exprimir aprovação, agrado…= ainda bem, felizmente: Já acabaste? Tanto melhor; LOCUÇÃO ADVERBIAL – tanto pior – exclamação usada enfaticamente para exprimir despeito ou impaciência: Se não gostares tanto pior.


TERter
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TER QUE OU TER DE?
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Ter de emprega-se quando se subentendem palavras como necessidade, precisão, desejo, obrigação, antes da preposição de: Tenho de comer. Tenho de o ajudar. Tenho de trabalhar muito para viver. Ter que usa-se quando subentendemos palavras como muito, pouco, nada, algo, coisa, coisas.
[Pergunta]
Porque aprendi de forma diferente, tenho dificuldade em perceber quais os motivos que levam os vossos consultores a considerar que será correcto empregar «ter que» quando nos referimos a «coisa».
Se o «que» é complemento directo, introduz uma nova «oração», que requer «predicado»; será aqui que deve ser feita a distinção. Como não estamos face a uma nova oração, teremos de empregar a preposição, utilizada para ligar dois termos da mesma oração, e nunca um pronome que introduziria uma nova oração.
Às vezes é conveniente empregar métodos de análise e raciocínios, habitualmente reconhecidos como ligados a outras ciências, para esclarecer e resolver questões que, à partida, parecem pertencer ao domínio dos dogmas.
[Resposta] Quando se estuda ter que, costuma-se estudar também ter de, porque se empregam em circunstâncias diferentes. Ter de emprega-se quando se subentendem palavras como necessidade, precisão, desejo, obrigação, antes da preposição de: Tenho de comer. Tenho de o ajudar. Tenho de trabalhar muito para viver. Ter que usa-se quando subentendemos palavras como muito, pouco, nada, algo, coisa, coisas. Estas palavras são antecedentes do que, pronome relativo. Este que é o complemento directo do verbo que se lhe segue: Tenho muito que contar. Elas tinham muitas coisas que dizer. Não tens mais nada que fazer?
Na sua consulta emprega a expressão «face a uma nova oração». face a é sintaxe francesa (face à). Em português dir-se-á, conforme os casos: perante, em/na presença de, diante de, em frente de.

AL


UUUUU



VVVVV



WWWWW



XXXXX



YYYYY



ZZZZZ

7 comentários:

  1. O que é a proposição n' "Os Lusíadas"?

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  2. O que é a proposição n' "Os Lusíadas"?

    Proposição

    Canto I, est. 1-3, em que Camões proclama ir cantar as grandes vitórias e os homens ilustres - “as armas e os barões assinalados”; as conquistas e navegações no Oriente (reinados de D. Manuel e de D. João III); as vitórias em

    África e na Ásia desde D. João a D. Manuel, que dilataram “a fé e o império”; e, por último, todos aqueles que pelas suas obras valorosas “se vão da lei da morte libertando”, todos aqueles que mereceram e merecem a “imortalidade” na memória dos homens.

    http://oslusiadas.no.sapo.pt/est_interna.html

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  3. O que é a Invocação n'"Os Lusíadas?"

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  4. O que é a Invocação n'"Os Lusíadas?"


    Invocação

    Canto I, est. 4-5, o poeta pede ajuda a entidades mitológicas, chamadas musas. Isso acontece várias vezes ao longo do poema, sempre que o autor precisa de inspiração:

    Tágides ou ninfas do Tejo (Canto I, est. 4-5);

    Calíope - musa da eloquência e da poesia épica (Canto II, est. 1-2);

    Ninfas do Tejo e do Mondego (Canto VII, est. 78-87);

    Calíope (Canto X, est. 8-9);

    Calíope (Canto X, est. 145).






    Dedicatória

    Canto I, est. 6-18, é o oferecimento do poema a D. Sebastião, que encara toda a esperança do poeta, que quer ver nele um monarca poderoso, capaz de retomar “a dilatação da fé e do império” e de ultrapassar a crise do momento.

    Termina com uma exortação ao rei para que também se torne digno de ser cantado, prosseguindo as lutas contra os Mouros.

    Exórdio (est. 6-8) - início do discurso;

    Exposição (est. 9-11) - corpo do discurso;

    Confirmação (est. 12-14) - onde são apresentados os exemplos;

    Peroração (est. 15-17) - espécie de recapitulação ou remate;

    Epílogo (est. 18) - conclusão.






    Narração

    Começa no Canto I, est. 19 e constitui a acção principal que, à maneira clássica, se inicia “in medias res”, isto é, quando a viagem já vai a meio, “Já no largo oceano navegavam”, encontrando-se já os portugueses em pleno Oceano Índico.

    Este começo da acção central, a viagem da descoberta do caminho marítimo para a Índia, quando os portugueses se encontram já a meio do percurso do canal de Moçambique vai permitir:

    A narração do percurso até Melinde (narrador heterodiegético);

    A narração da História de Portugal até à viagem (por Vasco da Gama);

    A inclusão da narração da primeira parte da viagem;

    A apresentação do último troço da viagem (narrador heterodiegético).


    A narrativa organiza-se em quatro planos: o da viagem, e o dos deuses, em alternância, ocupam uma posição importante. A História de Portugal está encaixada na viagem. As considerações pessoais aparecem normalmente nos finais de canto e constituem, de um modo geral, a visão crítica do poeta sobre o seu tempo.

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  5. QUAL O SIGNIFICADO DO CANTO IX?

    Como sabemos, Camões é um poeta do Renascimento, portanto essencialmente humanista. Daí que os amores na Ilha dos Amores se desenrolam terem um cunho essencialmente realista, um amor erótico autêntico na pura acepção da palavra. Era o prémio para o trabalho dos navegadores, que após tantos sacrifícios havia de ser recompensados.
    Não podemos, porém, alhearmos de outro significado importante. a Ilha dos Amores representava também, alegoricamente, todo o proveito tirado dos descobrimentos marítimos como as especiarias, o ouro e pedras preciosas do Brasil que deram ao Portugal de então grandes riquezas, e tudo o mais proveitoso daí resultante que proporcionou aos portugueses uma vida mais doce, pois podia dizer-se que Portugal era um dos países da Europa onde se vivia melhor.

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  6. TENS OUVISTO?
    Não, "tens ouvido"
    Mais um erro que se ouve frequentemente.
    Valente pontapé na gramática!
    A expressaõ não existe, muitas pessoas pensam que se pode dizer assim para significar ver e ouuvir ao mesmo tempo...
    Mas não! O correcto é dizer:
    Eu tenho ouvido muitas coisas e eu teno visto muitas coisa.
    Ficamos então combinados? Ouvisto, nunca mais! Ouvido, sim!...

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